Tenham cuidado com elas ;)
terça-feira, outubro 31, 2006
1+ 1 =
quinta-feira, outubro 26, 2006
Apetece-me
Um bom queijo alentejano.
Um bom presunto.
Um serão assim.
Com uma música de fundo a acompanhar as histórias.
segunda-feira, outubro 23, 2006
sábado, outubro 21, 2006
Feiras Novas 2006
sexta-feira, outubro 20, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Até já!!!
Alguém quer que lhe mande algum recado?
P.S: Verdade verdadinha é que vou mesmo ter com o Mourinho mas não digam nada a ninguém ;) lol
quarta-feira, outubro 11, 2006
Tic Tac
Hoje fui ao médico.
Hoje vi mulheres.
Hoje vi sorrisos.
Hoje vi barrigas enormes, pequenas e grandes.
Hoje vi ansiedade, medo e orgulho.
...
Hoje suspirei baixinho
Fechei os olhos e
Vi um mundo rodeado de crianças
de olhos brilhantes,
roupa suja e cabelo desalinhado.
Hoje vi brincadeiras e travessuras.
Ouvi gargalhadas.
Vi gente feliz.
...
...
Hoje senti o relógio,
mais uma vez.
Não.
Ainda é cedo
Sorrio.
Atrasa-te mais um pouco vá.
Hoje voltei a andar com os ponteiros para trás.
....
Quero
Muito
muitos...
terça-feira, setembro 26, 2006
segunda-feira, setembro 25, 2006
domingo, setembro 24, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
De se tirar o chapéu!
Baseado na obra de T. S. Eliot, Old Possum’s Book of Practical Cats, o musical conta a história de uma noite especial na vida dos gatos do grupo Jellicle. Eles encontram-se no Jellicle Ball, onde seu líder sábio e benevolente, Old Deuteronomy, fará uma escolha e anunciará qual deles irá para um lugar especial chamado "Heavyside Layer", onde poderá renascer para uma nova "vida Jellicle".
Com letras originais de Tim Rice e arranjos do inglês Andrew Lloyd Webber (de "O Fantasma da Ópera"), o espetáculo conta também a trajectória da triste gata Grizabella. Embora seja uma Jellicle, o resto do grupo evita-a. Isto porque ela abandonou os companheiros anos antes para explorar o mundo e descobrir outros lugares sendo, no presente, maltratada e excluída pela sua escolha.
Encantada... é assim que estou! :)
Obrigada pela surpresa! *
terça-feira, setembro 12, 2006
domingo, setembro 10, 2006
Diário de Bordo
Uma semana.
Trajecto com saída do Porto:
- São Martinho do Porto;
- Óbidos;
- Tróia;
- Lagoa de Melides;
- Lagoa de Santo André;
- Porto Côvo;
- Vila Nova de Milfontes;
- Castelo de Vide;
- Valência de Alcantâra;
- Porto.
Conclusão:
Cansativo, muito. Principalmente o último dia em que fiz Porto Côvo - Beja - Évora - Portalegre - Castelo de Vide - Valência de Alcantâra - Porto. Não, eu não estava doida, mas ele devia estar!! Mas acima de tudo foi muito muito bom! Uma semana fantástica, sempre em boa companhia e onde eu sorri muito!
Estou de bem com a vida :)
terça-feira, setembro 05, 2006
Ai Alentejo Alentejo
Com muitas histórias pra contar!
Muitas recordações.
Com a certeza de que aqui estive bem.
Em Porto Covo táss bem... ;)
(Garganêra... Volta, tás perdoada!)
domingo, agosto 27, 2006
Volto já
Saudade
E hoje, não sei porquê, mas mais que o costume, deu-me uma Saudade tão grande cá dentro.
Saudades tuas Avó, do teu olho azul, das tuas mãos enrugadas, da tua voz doce, do teu jeito tão especial de seres minha mãe duas vezes.
Fazes-me tanta falta...
Adormece-me.
Acompanha-me.
domingo, agosto 20, 2006
Elogio ao Amor
"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensivel. A culpa e minha. O que for incompreensivel não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossivel. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à minima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possivel. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estupido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raia de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coracao e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida e outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá la um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abracos, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condicão. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusao é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso
Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossivel. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à minima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possivel. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estupido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raia de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coracao e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida e outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá la um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abracos, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condicão. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusao é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
Miguel Esteves Cardoso
sexta-feira, agosto 18, 2006
quinta-feira, agosto 17, 2006
GrRr...
Porque raios é que o blogger não me está a deixar colocar imagens?
Irra tudo do contra.
Pa£§{&%#$...S
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